Monday, December 31, 2007

"Next Year Baby"
Next Year,
Things are gonna change,
Gonna drink less beer
And start all over again
Gonna pull up my socks
Gonna clean my shower
Not gonna live by the clock
But get up at a decent hour
Gonna read more books
Gonna keep up with the news
Gonna learn how to cook
And spend less money on shoes
Pay my bills on time
File my mail away, everyday
Only drink the finest wine
And call my Gran every Sunday
Resolutions
Well Baby they come and go
Will I do any of these things?
The answers probably no
But if there's one thing,
I must do,
Despite my greatest fears
I'm gonna say to you
How I've felt all of these years
Next Year, Next Year, Next Year
I gonna tell you, how I feel
Well, resolutions
Baby they come and go
Will I do any of these things?
The answers probably no
But if there's one thing, I must do,
Despite my greatest fears
I'm gonna say to you
How I've felt all of these years
Next Year, Next Year, Next Year
(Jamie Cullum)

FELIZ 2008!
Que seu ano seja repleto de amizade, cumplicidade e amor, que tudo suporta!
Carregue e deixe ser carregado, pq aquele que não sabe ser abençoado não pode abençoar.

Sunday, December 16, 2007

Tem dia que a gente cansa de ouvir as mesmas coisas, olhar para as mesmas pessoas, assistir aos mesmos absurdos...

mudança é um estado de espírito, é encarar as mesmas coisas, as mesmas pessoas e os mesmos absurdos de maneira diferente.

Tudo depende da maneira com que você encara, vê. Quer que as coisas mudem? Então mude-as! Não espere que elas mudem sozinhas, ou que alguem as mude por você.

Dia dolorido este que você percebe e encara essa realidade.

Monday, December 10, 2007


"Participa dos meus sofrimentos, como bom soldado de Cristo Jesus.
Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou."
(2 timóteo 2:3-4)

foto tirada dia 09/12/2007 - formatura dos alunos da EsPCEx - Escola Preparatória de Cadetes do Exército - Campinas
















Nestes ultimos meses tenho refletido muito, pensado demais e pedido sabedoria a Deus para tomar certas decisões importantes, e acho que essas duas fotos ilustram bem meu sentimento e minha "crise"...
Desde muito pequenos, meu irmão e eu, fomos criados mergulhados em música. Como esta nítido na foto, sempre contamos com a compania um do outro, não só na questão musical, mas em tudo sempre crescemos juntos, compartilhando, contando, fazendo reuniões noturnas um no quarto do outro, saindo, tocando, rindo e sempre preocupados e engajados no trabalho de Deus, na igreja, nas bandas, corais, etc.
Foi assim nosso processo de amadurecimento.
Evidente que ainda não acabou e penso que não acabará nunca, mas até agora tem sido assim, e isso diferencia nossa maneira de encarar as coisas.
Atribuo sim, nossa sensibilidade e responsabilidade para encarar as coisas ao modo como fomos criados, tendo sempre em foco o "fazer tudo para a glória de Deus".
E hoje, as questões que tenho enfrentado estão totalmente ligadas a isso. Ligadas à responsabilidade com o trabalho de Deus que nunca é vão, e que tem chocado com a necessidade de me desvincular de certas coisas.
Tenho sentido no meu coração, que posso ser útil pra Deus em outros lugares, de outras maneiras, diferentes do que tem sido até agora, longe da igreja em que nasci, longe do meu irmão. Mas cada vez mais tem sido claro pra mim, que esse "longe" é relativo, que a prioridade é o trabalho, o serviço. Se tenho sido mais útil em outro lugar, que seja para a glória de Deus, e que seja de acordo com a vontade Dele. E isso não necessariamente vai me afastar de tudo, pelo contrário, pode ser mais um caminho de crescimento a partir do compartilhar de experiencias diferentes.
Espero futuramente ter mais fotos parecidas com essa, que ilustrem as fases da minha vida. Quem sabe, daqui 10 anos, não terei na foto meus filhos aprendendo a cantar... rs...eita. .na verdade, antes disso tem muita foto pra tirar ainda.. hahaha






Monday, November 26, 2007


só queria compartilhar essa cena que registrei hoje em Barão Geraldo...

detalhe pro caminhão de controle remoto....

não precisa comentários.



Friday, November 23, 2007

Amado
Vanessa Da Mata

Como pode ser gostar de alguém
E esse tal alguém não ser seu
Fico desejando nós gastando o mar
Pôr do sol, postal, mais ninguém
Peço tanto a Deus
Para esquecer
Mas só de pedir me lembro
Minha linda flor
Meu jasmim será
Meus melhores beijos serão seus
Sinto que você é ligado a mim
Sempre que estou indo, volto atrás
Estou entregue a ponto de estar sempre só
Esperando um sim ou nunca mais
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Sinto absoluto o dom de existir,
Não há solidão, nem pena
Nessa doação, milagres do amor
Sinto uma extensão divina
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Quero dançar com você
Dançar com você

Tuesday, November 20, 2007

CLIQUE



e veja em primeira mão o esboço de trecho (isso quase não significa nada) do documentário ÔNIBUS 3.28

Monday, November 19, 2007


Toda vez que fico um tempão sem passar por aqui, acabo escrevendo aquelas besteiras de "ahh voltei de vez.. e blábláblá"..o certo é que volto aqui PRETENDENDO recriar o hábito de atualizar este blog, mas querendo ou não, isso ainda é um pouco vago... tendo isso em mente... vamos curtir o momento =)

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Neste ultimo mês tenho sido sugada pela faculdade com a produção de um milhão de trabalhos ao mesmo tempo. Sonho com eles todas as noites e cheguei a chorar ontem quando cai de cama com o maldito rotavírus e percebi que não daria conta de nem um terço das minhas responsabilidades. Hoje já estou melhor e vou conseguir colocar as coisas em dia, graças a Deus. Enfim, não vim falar sobre a minha saúde, e sim sobre as 4 fases da profissão que escolhi:

1º fase: beirando o suicídio

é, literalmente, a hora que da vontade de morrer, você olha pra sua agenda de prazos, datas, "deadlines", e acha que a única solução é se atirar de algum lugar bem alto.

2º fase: Repensando o suicídio

mas como tem medo de altura, ou outro motivo, repensa a idéia e resolve encarar os professores e (+) uma possível DP.Aí é aquela coisa "mete a cara e vamos ver o que dá!"

3º fase: Desistindo do suicídio

nessa fase você começa a se interar do assunto do trabalho a ser feito... vai vendo com calma, com um pé atras, e ainda com aquele sentimento de "é impossivel, i can´t do it, não é humano!"e por incrível que pareça é a hora que, sem perceber, você se apaixona. Entra no assunto e não quer sair de lá nunca mais, passa a reclamar do prazo por outro ponto de vista, não mais por achar impossível ficar pronto, mas sim por achar que precisaria de mais tempo pra fazer um trabalho melhor, pra explorar todo o universo fascinante que você descobriu.

4ºfase: Desespero e satisfação

é a hora que você sente tudo outra vez, é a melhor e a pior.A hora da edição, da plástica, da montagem. Graças à Deus ainda não inventaram um coisa pior do que edição. Minutagem, decupagem, cena metodicamente discriminada num roteiro que deve ser feito previamente.
Na minha cabeça não faz sentido uma pessoa escolher as cenas pra montar um vídeo sem testar, sem colocar no programa de edição com a liberdadade de acerto e erro, de poder falar "ah não, fico horrivel, coloca outra!" ou coisa do tipo. Isso requer capacidade extraterrestre.
Sem dúvidas, os primeiros momentos de edição são desesperadores, mas novamente a coisa vai ficando pronta, vai se criando uma sequencia e mais uma vez você pensa que deveria ter mais tempo pra aprofundar e melhorar.
E aí fica pronto. Assistir todo o trabalho finalizado não tem preço. Parece loucura, mas vale muito a pena. Todo o desespero e descontrole emocional passam a ter sentido, esse é o momento de se desculpar com o namorado, com o irmão, com a mãe, com os colegas, e abrir os braços pras férias merecidas, por que daqueles colegas que você não quis chegar perto nem pra se desculpar, vai dar uma saudadezinha no final de janeiro e o abraço em fevereiro vai ser muito bem vindo.

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Nesta semana estou finalizando dois documentários (vídeo e rádio), um jornal, duas pesquisas e quinta feira tenho prova teórica de fotojornalismo.Estou no início da 4ºfase no vídeo documentário: o desespero da edição.E no rádio documentário estou saindo da 3º e indo para a 4º. Estou absolutamente encantada pelo assunto, a vida da "poeta" e escritora Hilda Hilst, mas correndo contra o tempo com entrevistas e preparações para a edição: inicio de outro desespero.O melhor disso tudo, é que a equipe de trabalho é perfeita, e esse desespero todo pode ser compartilhado e as tarefas divididas corretamente pra dar tudo certo! Tenho certeza que o resultado final será extremamente gratificante.


Fica aqui um trecho de um dos poemas mais famosos de Hilda Hilst:


Sonetos que não são


Aflição de ser eu e não ser outra.
Aflição de não ser, amor, aquela
Que muitas filhas te deu, casou donzela
E à noite se prepara e se adivinha

Objeto de amor, atenta e bela.
Aflição de não ser a grande ilha
Que te retém e não te desespera.
(A noite como fera se avizinha.)

Aflição de ser água em meio à terra
E ter a face conturbada e móvel.
E a um só tempo múltipla e imóvel

Não saber se se ausenta ou se te espera.
Aflição de te amar, se te comove.
E sendo água, amor, querer ser terra.
( Roteiro do Silêncio(1959) - Sonetos que não são - I)


Fernanda Montenegro, Jacqueline Laurence e Hilda Hilst na Casa do Sol. Campinas, s.d.

Assim que estiver revelada e digitalizada, coloco aqui a foto que tirei deste balanço nesse lugar fascinante que é a Casa do Sol, durante a entrevista de uma tarde inteira que fizemos com J.L.Mora Fuentes, escritor, crítico, amigo e herdeiro de Hilda Hilst. Apesar de todas as dificuldades, sem dúvida alguma, este foi o melhor momento na faculdade até agora.

Momentos que só o jornalismo é capaz de proporcionar. A experiência e sensação de conhecer uma pessoa, criar uma admiração sem nunca te-la visto.

O momento de ouvir uma pessoa extremamente culta, de um caráter e inteligência ímpar, contando histórias impressionantes, num relato apaixonado e emocionado em um português delicioso de se ouvir, conversar, rir e se emocionar com um escritor de verdade.